quarta-feira, 30 de maio de 2018

Notas da frequência

Elena Alpa - 15
Catarina Matos - 15
Daniel Lucindo - 17
Diana Almeida - 15
Guilherme Santos - 16,5
Inês Veiga - 15
Margarida Enes - 16
Carolina Rodrigues - 14, 5
João Batista - 16
João Ramalho - 15
Moritz Hell - 16
Nuno Vicente - 14
Sofia Santos - 16
Rubina Aguiar - 13
Vânia Ramos - 14
Vasco Damas - 14


sábado, 26 de maio de 2018

Segunda 28 não há aula

Por motivo de deslocação do docente à feira do livro do fun Funchal.

Sobre Nerve e o seu álbum «'Trabalho & Conhaque' ou 'A Vida Não Presta & Ninguém Merece a Tua Confiança'»


I think the most important thing about music is the sense of escape

Thom Yorke

Esta afirmação de Thom Yorke, como qualquer outra asserção relativa à Música - ou à Arte, de forma generalizada -, pode ser discutida. Já falámos, durante as aulas, de como a Literatura - os livros que lemos, os filmes que vemos, as músicas que ouvimos ou uma data de outras coisas que fazemos - pode constituir uma ferramenta para nos relacionarmos melhor com o mundo. No entanto, isso não é um dado adquirido. A literatura tanto pode ajudar-nos a dissecar os nossos medos como a reavivá-los. O Luís Pacheco disse que leu muito e foi pior. Se calhar leu demais, como diz a minha mãe. (Não estou a culpar a Literatura. As ferramentas, por si só, não valem tudo. Há que saber, ou aprender, a usá-las.) 

Da mesma forma, também não é garantido que a Literatura - ou a Música, ou a Arte - nos permitam essa sensação de escape de que fala o vocalista dos Radiohead. (Ainda no outro dia fiquei chateado com ele. Deitei-me, pus um dos meus poemas preferidos a tocar, e, para meu espanto, não me levou para lado algum. Já me passou. Acho que não me levou porque eu não estava a ver nenhum sítio, no momento, para onde quisesse ir.) Talvez não seja a sensação de escape a coisa mais importante que a Música ou a Arte possibilitam, mas tendo a concordar que será, talvez, aquilo que oferecem imediatamente, numa primeira instância, quando o mundo parece tão assustador que é preciso emergir dele antes de voltar a mergulhar.

É com uma fuga do mundo, para a Cidade Perfeita, que começa o álbum de Nerve sobre o qual realizarei a minha apresentação, na próxima quarta-feira. O escritor/poeta/rapper sabe que terá de voltar. No entanto, diz que não precisa de viver lá. Basta-lhe "ir lá de vez em quando". Talvez não se possa exigir mais do que isso à Arte. Umas vezes ajuda-nos a viver no mundo, e outras, a fugir dele. Mas se o regresso é inevitável,qual a utilidade de viajar? Passa-se o tempo - para muitos, a unidade base da música -, o que é bem melhor que esperar que seja ele a passar-nos. Quando se espera, a tendência é que nos diga: 'passe você, que vai mais carregado'. Aí, instala-se o tédio. E já se sabe que a melancolia consegue cheirar o tédio a quilómetros. É aí que uma saída para outro mundo, mesmo sendo a estadia efémera, se apresenta como solução. A perseguição ao tédio não dá tempo à melancolia para esperar muito pelo regresso de ninguém.

Não vou poder mostrar em aula, face à gestão de tempo que terei de fazer, grande parte do álbum. Todas as faixas estão no Youtube, pelo que quem quiser pode ouvir, antes ou depois de quarta-feira, todo o álbum.

quinta-feira, 24 de maio de 2018

Vai, Carlos! Ser Lego na Vida

A propósito da questão da forma no poema 'No meio do caminho' de Carlos Drummond de Andrade.Se já é evidente quando ouvimos o poema noutras línguas, este cartoon torna-o ainda mais preciso. 
Folha de São Paulo

terça-feira, 15 de maio de 2018

"SALVADOR SOBRAL ESTRAGOU PORTUGAL"

Em homenagem ao último lugar na Eurovisão ocupado pelo nosso Portugal, decidi deixar aqui uma pérola, que apesar de já ter um aninho, triunfa pela sua sátira humorística daquilo que significa ser português, algo a ter em mente antes de embarcarmos na angústia daquilo que será o Mundial 2018 😁

Ver o vídeo de Diogo Bataguas aqui

segunda-feira, 14 de maio de 2018

Exame - 20/6, sala B 0.6, 14h

O exame de melhoria e/ou final será dia 20 e não 18, conforme fora inicialmente anunciado. Quem tiver algum problema, contacte-me.