sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

O PUNK QUE PENSA E LÊ

Gosto muito de John Lydon, a.k.a. Johnny Rotten (Joãozinho Podre). Sempre o achei o mais literário dos punks por as suas letras - poemas - terem desvios, ironias, ambiguidades, implicações que iam para além do básico protesto ou desabafo ou da simples necessidade de rima.

E quantos punks leram James Joyce e falam disso com um à-vontade de quem se nota que leu mesmo, não está apenas a fingir que leu?

«(...) The Anarchy lyrics were written “almost spontaneously” in rehearsals – a volcanic eruption after years of frustration. “What Robin Williams described as ‘overflowing madness’,” he sniggers. “Mix that with a bit of James Joyce and out it comes. Repression, [anti-Irish] racism, the belief that class was all important ... I’d seen what was coming: Ikea-made shopping centres, the destruction of personality. I was lucky to have words to express what a lot of people were feeling.”»

Para ler o artigo do The Guardian clique aqui

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Exame - 20/6, sala B 0.6, 14h

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