Ficção científica (ou FC): subgénero que abarca um vasto leque de variantes, todas (em princípio) em torno do futuro e/ou da tecnologia.
Depois há os jogos: a saga Star Wars passa-se «há muitos, muitos anos, numa galáxia distante» - ou seja, o filme é futurista, com naves espaciais, sabres laser, alienígenas de todo o tipo, mas... há muito tempo atrás.
Utopias e distopias oscilam entre dois campos: ficção científica e ficção política.
E, como sói acontecer em literatura, as fronteiras não são nítidas.
Perguntar não ofende: por que motivo a FC, falando do futuro, envelhece tanto e tão depressa?M

Mr. Mxyptlk e o Leprechaun do folclore irlandês.
Podemos imaginar o que está para lá da nossa imaginação?
E que língua falar com quem não integra o nosso sistema linguístico? O filme Arrival coloca bem essa questão. O físico nuclear pede à linguista e antropóloga:
«Pergunta-lhes que combustível usaram para poderem atravessar os buracos negros e saltar no tempo.»
E ela: «Espera. Primeiro temos de descobrir como se diz olá na língua deles.»
Depois há os jogos: a saga Star Wars passa-se «há muitos, muitos anos, numa galáxia distante» - ou seja, o filme é futurista, com naves espaciais, sabres laser, alienígenas de todo o tipo, mas... há muito tempo atrás.
Utopias e distopias oscilam entre dois campos: ficção científica e ficção política.
E, como sói acontecer em literatura, as fronteiras não são nítidas.
Perguntar não ofende: por que motivo a FC, falando do futuro, envelhece tanto e tão depressa?M

Mr. Mxyptlk e o Leprechaun do folclore irlandês.
Podemos imaginar o que está para lá da nossa imaginação?
E que língua falar com quem não integra o nosso sistema linguístico? O filme Arrival coloca bem essa questão. O físico nuclear pede à linguista e antropóloga:
«Pergunta-lhes que combustível usaram para poderem atravessar os buracos negros e saltar no tempo.»
E ela: «Espera. Primeiro temos de descobrir como se diz olá na língua deles.»
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